minha casa

É mais fácil cultuar os mortos que os vivosmais fácil viver de sombras que de sóisé mais fácil mimeografar o passadoque imprimir o futuronão quero ser tristecomo o poeta que envelhecelendo maiakóvski na loja de conveniêncianão quero ser alegrecomo o cão que sai a passear com o seu dono alegresob o sol de domingonem quero ser estanquecomo quem constrói estradas e não andaquero no escurocomo um cego tatear estrelas distraídasminha casaamoras silvestres no passeio públicoamores secretos debaixo dos guarda-chuvastempestades que não parampára-raios quem não temmesmo que não venha o trem não posso pararveja o mundo passar como passauma escola de samba que atravessapergunto onde estão teus tamborinspergunto onde estão teus tamborinssentado na porta de minha casaa mesma e única casaa casa onde eu sempre morei
:: Postado por
Fabíola de Paula
às
22h06
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